Minhas considerações sobre o Mês de Java Floripa
Ontem de manhã fui no evento “Mês de Java Floripa”, organizado pela galera do GUJavaSC.
A primeira palestra, “Java na Ponta dos Dedos: A revolução Invisível”, foi ministrada por Roger Brinkley. Quando vi a programação do evento e li o nome da palestra, não tinha uma idéia exata sobre o que seria, pois o nome não era muito sugestivo, mas resolvi arriscar. Fiquei um pouco surpresa na hora, pois tinha a impressão de que era um outro rapaz que apresentaria. Mas, tudo bem, no final das contas demos muita sorte pois o Roger é um cara muito experiente na área de mobile e embedded, e ainda por cima trabalha na Sun!
Bom, a palestra do Roger foi ótima. Na minha opinião, o inglês dele não estava difícil de entender. Ele apresentou diversos dispositivos mobile e embedded e deu algumas demostrações ao vivo. Em uma das demostrações, eu acabei participando, pois pelo visto, ninguém além de mim no auditório sabia tocar piano. Quando eu levantei a mão, dizendo que sabia, ele logo pediu pra ir lá na frente. “Arght, por que eu fui levantar a mão?!” - pensei. Bom, basicamente ele tinha uma caneta “mágica” que me possibilitava tocar piano com ela. Foi preciso seguir algumas instruções ditas em inglês pela caneta (sim! a caneta tinha instruções gravadas em voz!) a fim de desenhar o piano em um papel e pronto, ela ficava disponível para tocar. Como só as notas da oitava principal estavam desenhadas, toquei um trecho da nona sinfonia de Bethoven. Eu só não sei se o público entendeu que era isso que estava acontecendo (que fiz um desenho de um piano e que, de alguma maneira, a caneta emitia um tom quando se tocava em algum dos retângulos em vertical. Estes retângulos representavam as notas do piano e foi através deles que eu consegui tocar a música :)… Acabei ganhando uma meia com o desenho do Duke pela participação, mas como era uma meia masculina e de tamanho 42 (detalhe: meu pé é 35), doei ela para o Caio.
A segunda palestra, e última da manhã, foi ministrada pelo pessoal do Floggy, um framework para persitência de dados no JavaME. Achei bem interessante, apesar de atualmente eu não trabalhar com JavaME. Nem fiquei com sono nem nada… Eles souberam explicar direitinho como usar o framework, apresentando exemplos práticos.
No final da manhã, houveram sorteios de brindes. Ganhei uma bolinha laranja da Sun que eles estavam atirando na platéia (realmente atirando! hehehe..) e uma camiseta de Java, por eu ser uma das únicas mulheres ali no evento. Infelizmente, a tarde não pude ir assistir as outras palestras, pois tinha aula de inglês. Eu realmente queria ter assistido a palestra sobre Glassfish v3 (afinal eu trabalho com o Glassfish v2), uma pena eu não poder ter ido. Quem tiver ido, por favor, mande-me um comentário me dando uma idéia geral. Espero que os slides fiquem disponíveis.
De qualquer forma, Bruno Ghisi e demais organizadores, parabéns pelo evento!!
Oi Thânia! Que bom que você gostou! Que pena que a meia não serviu, acho que a camiseta também era XL feminina…
Abraço!
Heheheh… Tudo bem. Já estou acostumada com roupas que não servem em mim.. O que valeu foi a intenção! :^)
Obrigada pelo evento, mais uma vez. A parte que assisti estava show!
Abraço! =)
Hey! Então era você a moça que tocou “piano”… hehehe Eu também estava no evento… Gostei bastante e graças a Deus o amigo Roger tinha um inglês fácil de entender… hehehehe. Meu inglês não é muito bom… Então quando ele perguntou eu levantei só metade do braço, pois fiquei em dúvida se tinha entendido a pergunta hahahaha.. Ainda bem que ele não me viu e só viu você hehehe… No intervalo da tarde eu fui arriscar meu inglês com ele lá e pedir pra eu ver a caneta “mágica” e aí eu entendi e fiquei maravilhado também hehehe.
Sobre a palestra da tarde… O inglês do amigo japonês lá estava bem mais complexo pra eu entender… e infelizmente não havia levado um “raidinhu” pra ouvir a tradução… Como eu não conhecia nada do Glassfish, ficou mais complicado ainda pra eu entender hahaha Mas um dia eu chego lá ahhaha… O pessoal que tava por lá elogiou bastante… Eu é que não posso dizer nada a respeito… totalmente leigo!
Poxa.. Inglês de japonês deve ser complicado, ainda mais se ele era mesmo do Japão/China/derivados… Que pena que não fui, dizem que o Glassfish v3 está com grandes avanços, principalmente de performance.
Sobre a caneta da palestra do Roger, que legal que provasse um pouquinho da mágica também. Por que não levantasse a mão também já que tu tocas?! Hehehhe… Eu que tive que pagar aquele mico, hehhe… Enfim… Tudo bem. ;^)
Eu conheci essa caneta “mágica” no JJ2008….e realmente com muita ‘mágica’ (não vendem para o Brasil), consegui comprar uma… Estou aqui encantando todo mundo….;)… O melhor de tudo, obviamente é que ela aceita programação… Semana passada fiz um HelloWorld…e hj atualizando o firmware congelei a caneta…:( bj